Bike Parks nos 4 cantos do mundo

Bike Parks nos 4 cantos do mundo

dezembro 13, 2016
Personal Biker Team
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Bike Parks nos 4 cantos do mundo

O ciclismo é um esporte que vem aumento bastante no Brasil. Elas de modo algum saíram de moda, porém com a expansão das ciclovias, que já somam milhares de quilômetros pelas cidades, as bikes estão em alta. A cada dia que passa mais adeptos ao uso da magrela como esporte buscam lugares para exercitar e fazer seu treino, seja ele diário ou somente aos finais de semana.

Em centros urbanos, se torna um pouco mais complicado encontrar lugares seguros para exercitar, que possuam pouca circulação de carros e que possa ser possível de alcançar, porém eles existem!

O conceito de Bike Park está cada vez mais presente, especialmente no estado de São Paulo. Novas trilhas demarcadas em parques estaduais e um Bike Park exclusivo em Campos do Jordão fazem parte das opções mais recentes.

Bike Park é um conceito bastante utilizado no Canadá, EUA e países da Europa, em locais que aproveitam suas estações de esqui ao longo do verão para adotar as bicicletas. No Brasil, é novo, porém já reúne bons exemplos e vem seduzindo quem procura novidade e segurança para pedalar.

Portanto aí vão dicas de alguns Bike Parks nos 4 cantos do mundo:

Camino Yungas, Bolívia

A escolha é para as pessoas que amam adrenalina e aventura, já que a estrada superestreita, com praticamente três metros de largura, possui caminhos tortuosos, à adjacência de precipícios, com trechos a mais três mil metros de altura. O Camino Yungas une a região de Yungas e La Calmaria, e é considerada a estrada mais perigosa do mundo, ou “rota da morte”. São registrados por volta de 200 óbitos por ano no trecho de cerca de 60 quilômetros de descida.

Nada de asfalto pelo percurso: o chão é de cascalho, o que em uma descida necessita de muito equilíbrio e controle da bicicleta. Chuvas, nevoeiros e as constantes quedas de barreiras potencializam os perigos. Porém todos os contras são compensados pela vista de tirar o fôlego: a visão é composta pela Cadeia dos Andes, fauna e flora locais. Sem dúvida, a volta é memorável. Evite o tempo de chuvas, entre dezembro e março.

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Bike Parks nos 4 cantos do mundo

 

Cliffs of Moher, Irlanda

O percurso liga Dublin a Galway, beirando o oceano com falésias que encantam turistas do mundo todo, tanto que foi empregado como cena para o filme Harry Potter e já esteve entre as Sete Maravilhas do Mundo. A estrada pode ser percorrida por ciclistas com graus de experiência diversos, no entanto, é necessário ter cautela com o terreno escorregadio e trechos que contem somente 40 centímetros de largura. O ponto mais alto do transcurso de 08 quilômetros possui cerca de 200 metros.
Pelo percurso, é possível encostar para tirar fotografias do castelo Dunglaire, conhecer o monumento O’Brien Tower, de Poulnabrone, as tumbas de Gleninsheen e Burren. Ao final da trilha, o ciclista pode tomar um bom banho gelado de mar ou também degustar uma das tradicionais cervejas irlandesas para encerrar com chave de ouro a proeza realizada. Os melhores meses para visitar o país são julho e agosto.

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Utah, Estados Unidos

O Estado é apontado a Meca do mountain bike e tem muitas trilhas, com graus de dificuldade distintos. O parque Estadual Dead Horse é um dos principais destinos para ciclistas interessados em explorar desfiladeiros e penhascos com vista para o rio Colorado.
O destaque do Estado é o município Moab, no qual está a Slickrock, a rua mais popular da região que tem por volta de 20 quilômetros de extensão. A Porcupine Rim, com praticamente 20 quilômetros, similarmente está na lista de destinos dos ciclistas. Os caminhos contam com solo de terra batida, areia e penhascos estreitos no qual é necessário ter cautela. Por se alimentar de uma região desértica, no qual os termômetros chegam facilmente aos 38°C, é primordial levar água para a jornada. Os melhores meses para fantasiar a Utah são de abril a outubro.

 

Stevens Pass Bike Park documentation

 

Ötschergräben, Áustria

O país europeu é abundante em florestas e montanhas, o que o faz ter terrenos propícios para aventuras com a magrela. A trilha pelo desfiladeiro Ötschergräben, no município de Mitterbach, possui por volta de 06 quilômetros de extensão e percorre trechos estreitos um pouco quanto desafiadores, como se fosse uma versão austríaca do Grand Canyon. Pelo percurso, o ciclista encontra vegetação abundante e cachoeiras.
Para as pessoas que não estão propensas a se deparar com os riscos de pedalar por desfiladeiros, o país possui o Bike Park Leogang, em Salzburg, a cerca de 170 quilômetros de Mitterbach. A atração permite a ciclistas com distintos graus de agilidade a pratiquem mountain bike em rampas e obstáculos. A estrada mais popular é a Speedster, com 2,3 quilômetros de área em declive. A primavera, entre abril e junho, é a melhor época para estar o país.

Ötschergräben, Áustria

Ötschergräben, Áustria

Ötschergräben, Áustria

 

Bike Parks nos 4 cantos do mundo

Whistler, Canadá

Se no inverno o município a 125 quilômetros de Vancouver é uma das principais atrações para a realização de esqui e snowboard, no verão, no momento em que o gelo já derreteu, se transforma em um Bike Park. Entre as trilhas que são capazes de ser exploradas por ciclistas está Garbanzo, com raízes de árvores e pedras pelo percurso que elevam a dificuldade do trajeto com cerca de um km. A trilha é dividida em 02 percursos, de acordo com o nível de agilidade do ciclista.
No total, o parque tem por volta de 50 trajetos distintos que totalizam, praticamente, 250 quilômetros de área. Os caminhos são cercados por rica vegetação e nas vizinhança os turistas são capazes de se deparar com ursos vagando em seu ambiente natural. O melhor mês para visitar é o verão, em julho.

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Bike Parks nos 4 cantos do mundo

 

Yukon, Canadá, e Alasca, Estados Unidos

As trilhas não precisam durar somente um dia e rotas autoguiadas, como na região de Yukon, no Canadá, são capazes de proporcionar uma experiência mais longa, por dias. Uma das opções de jornada possui início em Haines, no Alasca (Estados Unidos), passa por Whitehorse (a maior município do estado de Yukon) e termina em Skagway (na localidade do Alasca), depois de 500 quilômetros de transcurso em um trajeto aproximadamente circular.
Engana-se quem pensa que o Canadá e o norte dos Estados Unidos são formados somente por geleiras e que tudo é abafado por neve. Pelo contrário, é a mundo dos contrastes, com florestas, vulcões, tundras e, evidentemente, gelo. As temperaturas na trilha de Yukon costumam oscilar entre -8°C e 10°C. Outra escolha, mais longa, com mais ou menos 1.700 quilômetros, é a trilha de Iditarod, em meio à vida selvagem do Alasca. Os melhores meses para visitar a região são junho, julho e agosto.

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Sicilia, Itália

Imagine pedalar pelas formações rochosas de um dos maiores vulcões do mundo, e que também está ativo. Para as pessoas que amam aventura, perfazer uma trilha de magrela em terreno uniforme, partindo da cratera do Etna a mais de 03 quilômetros de altura, é a jornada ideal pela ilha italiana. Graças aos pontos de alta inclinação, é possível utilizar um teleférico ou jipe no trajeto de subida.
Também na Sicília, há a escolha de pedalar por volta de quatro dias pelo município de Corleone, famosa no filme “O Poderoso Chefão”. São em torno de 330 quilômetros para conhecer os principais pontos nos adjacências do município, que são capazes de ser percorridos com ou sem itinerário. O clima mediterrâneo faz da Sicília amante dos ciclistas ao longo do ano inteiro.

 

Sicilia - Bike Park

 

Annapurna, Nepal

É a décima montanha mais alta do mundo, referente ao Himalaia, de onde se pode ter uma das vistas mais belas do mundo para toda a cadeia montanhosa, até mesmo, para o Monte Everest. Pedalar por toda Annapurna é uma grande experiência com duração de aproximadamente duas semanas. A subida pode ser feita em nove dias e, para descer, são importantes mais três. Pedalando, os ciclistas chegam a 4.400 metros de altura.
No trajeto, é necessário realizar a aclimatação. Uma sugestão notável são os tours guiados que fornecem todas as informações para o passeio. A parte mais divertida é a descida, no qual é de extrema importância a agilidade em conduzir a bicicleta por terrenos irregulares. Os melhores meses para realizar o volta são entre setembro e dezembro.

 

Amsterdã, Holanda

A cidade no qual se calcula a média de uma bike por habitante não seria capaz ficar de fora na listagem de destinos para pedalar. Além das ciclovias, em Amsterdã há semáforos e estacionamentos próprios para bikes. O terreno plano favorece o deslocamento com o veículo por toda a município, e a visita a pontos turísticos como o Museu Van Gogh, o museu Rijksmuseum, a Pieter Cornelisz Hooftstraat, o Vondelpark, tudo passando pelos famosos canais de Amsterdã.
O percurso à adjacência do rio Amstel é excelente para se ambientar à vida das bicicletas em Amsterdã. Pedalar até as vilas de pescadores Volendam e Edam, e conhecer o lago IJsselmeer, similarmente é um trajeto imperdível. No entanto, os roteiros de magrela não se restringem à capital. É possível alcançar à Bélgica, França e Londres pedalando por ciclovias e estradas tranquilas, campos, rios e praias. Março e abril são os meses mais adequados para fantasiar ao país.

 

Iporanga, Brasil

O município paulista abriga o Parque Estadual Turístico do Alto da Ribeira (PETAR) no qual além de trilhas a pé, é possível pedalar. A conciliação de grutas, cavernas, montanhas e rios torna o passeio repleto de descobertas. Para os iniciantes, há um transcurso limitado, de somente 8 quilômetros, pelo Rio Ribeira com chegada à Cachoeira Taquaruvira.
Para os ciclistas com mais tempo e força disponíveis, a sugestão é uma trilha de 30 quilômetros às margens do Rio Betari. No percurso, o excursionista pode conhecer a cripta Santana, do Couto, o Morro Preto e a Cachoeira Sem Fim. Como o terreno é irregular, bom condicionamento físico é primordial. O melhor período para visitar o PETAR é entre os meses de abril e novembro.
Além do Bike Park de Iporanga, é possível citar o Parque Cemucam, em Cotia, São Paulo; o Parque Estadual Juquery, em Franco da Rocha, na Grande São Paulo; e o Zoom Bike Park, em Campos do Jordão.

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Ouro Branco, Brasil

Ouro Branco, MG merece um post especial, único para descrever a emoção de se pedalar no melhor Bike Park do Brasil ( a foto que ilustra esse post é da Serra de Ouro Branco). Conheça mais esse paraíso chamado Ouro Branco Bom, essa é a opinião do site. E a sua? Conhece algum Bike Park por aí? Descreva nos comentários abaixo. Obrigado!

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